Engenharia de Aplicação

1. Engenharia de Aplicação

É um conjunto de métodos na operação dos equipamentos, de forma a obter o melhor rendimento, produção e qualidade. É possível diminuir consideravelmente os custos operacionais e evitar erros comuns de execução. Tem o objetivo de orientar a equipe do cliente a operar de maneira correta, além de auxiliar na escolha e configuração correta das máquinas, utilizando modelos que atendam as suas necessidades.

 

2. Vantagens e benefícios

Um estudo de Engenharia de Aplicação verifica se os equipamentos e a forma de execução atenderão as demandas de produção e qualidade. É comum as empresas adquirem equipamentos que muitas vezes não são os mais adequados para suas obras por falta de embasamento técnico no momento da compra ou locação. A falta de sincronia entre os equipamentos pode acarretar maior tempo de trabalho e aumento dos custos produtivos.

Treinamentos de operação e bons procedimentos de execução evitam erros básicos. O somatório destes erros pode comprometer a qualidade da obra e danificar fisicamente os equipamentos, gerando prejuízos financeiros.

 

3. Ações a serem realizadas

Acompanhamento do trabalho de execução do cliente, apontando falhas e pontos a melhorar.

Treinamento em sala de aula e em campo para a equipe de execução.

Assessoria em projetos de pavimentação, com análise das opções de equipamentos mais adequados.

Cálculo teórico de produção dos equipamentos, trabalhando em conjunto ou separados.

Cálculo teórico de custos operacionais.

Análise das condições logísticas e possíveis gargalos produtivos.

Estudo das configurações dos equipamentos, para obter a melhor produtividade.

 

4. Equipamentos utilizados no processo construtivo

Prestamos consultoria em toda a linha de equipamentos de pavimentação, incluindo a compactação de solos e bases granulares. Trabalhamos com usinas de asfalto à quente, usinas de pré-misturado à frio (usina de solos), espargidores de asfalto, vibroacabadoras de asfalto, rolos compactadores de solos e asfalto, fresadoras de asfalto, estabilizadoras/recicladoras e pavimentadoras de concreto.

 

5. Exemplo de redução de custos

1. Rolo compactador com maior energia (impacto dinâmico) reduz o número de passadas em até 20%, gerando uma diminuição do consumo de combustível de até 10%.

2. Adequação da fórmula asfáltica na usina, com correção da curva granulométrica, evitando maior consumo de ligante asfáltico (CAP), que representa aproximadamente 50% dos custos de produção.

3. Orientação na aplicação com o espargidor de asfalto, evitando pontos de falha que podem gerar problemas de adesão entre materiais, comprometendo a futura camada asfáltica a ser aplicada. 

4. Treinamento na operação com a vibroacabadora de asfalto, evitando erros no na aplicação do concreto asfáltico cujas pequenas variações de espessuras podem acarretar problemas com a fiscalização e perdas financeiras caso a espessura final esteja acima do valor de projeto.

5. Adequação dos rolos compactadores de asfalto quanto ao peso e amplitude de vibração de acordo com a espessura e o tipo de mistura asfáltica, evitando passadas desnecessárias que aumentam os custos e podem comprometer a qualidade.

6. Correto uso da fresadora de asfalto, evitando o desgaste em excesso das ferramentas de corte, que geram maior tempo de máquina parada para as substituições e aumento dos custos em função do alto consumo.

E muito mais!

 

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